Crítica | Maggie: A Transformação


Título original: Maggie

Ano: 2015

Gênero: Drama, Horror, Thriller

Duração: 95 min. (1h35min.)

Classificação: 12 anos

Roteiro: John Scott

Direção: Henry Robson

Elenco: Abigail Breslin, Arnold Schwarzenegger, Joely Richardson, Douglas M. Griffin, J. D. Evermore, Rachel Whitman Groves, Jodie Moore, Bryce Romero

Acesse o site oficial do filme, clicando aqui.

 

Por Pedro M. Tobias

“Mais do que sobre zumbis, um filme sobre a perda prematura de um pai”

 

Dirigido e roteirizado, respectivamente, pelos estreantes Henry Robson e John ScottMaggie: A Transformação narra o drama de Wade Vogel (Arnold Schwarzenegger), um pai que precisa enfrentar a iminente e prematura perda de sua filha Maggie (Abigail Breslin), vítima de uma doença rara e desconhecida que, aos poucos, transforma suas vítimas em zumbis canibais. Mesmo a sinopse indicando se tratar de MAIS UM FILME DE ZUMBI, o longa traz à tona, mesmo que de forma desconexa e pouco contundente, temas relevantes sobre perda e aceitação da morte.

Como num câncer (numa clara analogia), a vida de Maggie vai, aos poucos se esvaindo de seu corpo ao passo em que Wade parece sucumbir perante tal tragédia. É exatamente neste ponto que o filme se concentra, na forma como um um pai reage diante de uma situação tão adversa, assim como sua filha perante tudo isto.

Apesar da premissa interessante, o filme perde muito em sua abordagem. A forma como o roteiro aborda a epidemia não ajuda em nada (embora devesse) na construção do caráter dramático da trama, assim como deixa de incutir em Maggie um temor real pela proximidade de sua morte. O andamento do longa é outro ponto que só enfatiza ainda mais os já citados problemas de roteiro. Com uma cadência arrastada que parece indicar um final catártico (que não chega), o filme desperdiça a chance de explorar de forma mais concisa a atuação dos protagonistas.

Neste ponto, o fraco desempenho da jovem Abigail Breslin (“Pequena Miss Sunshine“, “Álbum de Família“) apenas torna sua personagem menos relevante. A atriz, infelizmente, não conseguiu corresponder ao que se espera de uma protagonista, entregando uma performance irregular, pra não dizer esquecível.

Schwarzenegger (“Os Mercenários 3“, “O Exterminador do Futuro: Gênesis“), por outro lado, não só convence no papel do pai inconformado em ter que testemunhar a própria filha, como surpreende pela forma com que demonstra, desde as cenas iniciais, verdadeira dor diante do acontecido.

Apesar das falhas e incoerências, especialmente em relação ao roteiro, Maggie é uma obra que carrega consigo, muito por conta da ambientação, uma sensação intrínseca de melancolia, desalento. Visto como um drama sobre o amor de um pai frente aos intemperes da vida o filme convence. Quando enxergado pelo âmbito “zombie movie”, mesmo que incidentalmente, deixa muito a desejar.

Avaliação Geral: 40% (REGULAR)

 

Assista ao trailer:

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Pedro M. Tobias
Como de descrevo? Não sei, não me conheço. "O caminho do homem justo está cercado por todos os lados pela iniquidade dos egoístas e a tirania dos maus" (Ezequiel 25:17).

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